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FARINHA
de CASCA de MARACUJÁ®
Depois
que o pesquisador Armando Sabaa Srur mostrou através dos
programas de televisão Globo Repórter, Mais Você,
Sem Censura, entre outros, os efeitos benéficos da farinha
de casca de maracujá (Passiflora edulis, f. flavicarpa,
DEG) no controle da diabetes, milhares de portadores dessa patologia
incorporaram nos seus hábitos alimentares esse produto.
Na época, o professor Sabaa mostrou com detalhes como
essa farinha poderia ser produzida. O pesquisador não
tinha nenhum interesse comercial, se o tivesse não teria
ensinado a tecnologia de obtenção, embora tenha
depositado o pedido de patente no INPI e registrado a marca FARINHA
DE CASCA DE MARACUJÁ®. Muitas pessoas começaram
a produzir essa farinha para o seu uso e, sempre que consultavam
o pesquisador eram atendidas. Algumas tiveram dificuldades em
função do baixo rendimento, já que 35 kilos
de frutos redem 1 kg de farinha. A partir daí apareceram
muitas marcas de farinha de casca de maracujá no mercado
nacional com os mais diferentes nomes e que estão utilizando
indevidamente a idéia e a tecnologia devidamente patenteada
pelo professor Sabaa. Algumas dessas farinhas já foram
analisadas e os resultados mostraram elementos estranhos, como
farinha de trigo, fubá, serragens, etc.
CONTAGEM DE CARBOIDRATOS: UMA OPÇÃO A SER CONSIDERADA.
Após
tantas mudanças no campo da nutrição, sabemos
que hoje não existe nenhuma restrição de
dieta para portadores de diabetes. Pesquisas têm fornecido
aos profissionais da saúde a oportunidade de oferecer
guias mais flexíveis e menos rígidos.
A American Dietetic Association e a American Diabetes Association
criaram um método de substituição, onde
os alimentos são agrupados de acordo com seus valores
similares em calorias, carboidratos, proteínas e gorduras,
permitindo que alimentos do mesmo grupo sejam substituídos
por outros.
Em
1994 um comitê da American Diabetes Association observou
que existiam poucas evidências científicas que sustentassem
a idéia de restringir alimentos que contenham açúcar
para pessoas com diabetes. A Contagem de Carboidratos foi também
uma das 4 estratégias alimentares utilizadas pelo DCCT,
onde pacientes e profissionais acharam que este sistema permite
maior flexibilidade nas escolhas dos alimentos e ajudam a alcançar
os objetivos glicêmicos.
Nestes
tipos de terapia é possível saber qual a necessidade
de insulina para cobrir os gramas de carboidratos por refeição
a serem ingeridos. Partindo de uma regra geral, onde 1 unidade
ultra rápida cobrem 15 gramas de carboidrato, ou então
descobrindo a sensibilidade com base no peso.
O
paciente pode substituir suas refeições. Ou então,
ter a liberdade de alterar os gramas de carboidratos, liberando
apenas a insulina necessária naquele momento.
Independente do tipo de diabetes vale ressaltar a importância
do paciente avaliar sua glicemia antes e até 2 horas após
a refeição, para o conhecimento do exato efeito
individual dos alimentos na sua glicemia. Além disso,
é importante reforçar que tal terapia deverá
ser orientada sempre por profissionais nutricionistas, pois é
evidente que não devemos substituir alimetos saudáveis
por doces em todas as refeições. Também
não deve ser ignoradas proteína e gordura porque
tem menor efeito na glicemia. A alimentação saudável
deve ser sempre o objetivo principal.
fonte:www.bdbomdia.com
Este
produto não é remédio, portanto não
cura a diabete e nem as outras patologias citadas, ajuda no controle
dessas doenças. Continue sob orientação
do seu médico e/ou nutricionista.
FARINHA de CASCA de MARACUJÁ®
Talvez
o fruto do maracujazeiro (Passiflora edulis, f. flavicarpa, DEG),
o maracujá, seja realmente considerado o fruto dos deuses.
Apesar de somente 30% ser aproveitado pelo homem na forma de
polpa, muito utilizada para a elaboração dos mais
variados alimentos, como sucos, sorvetes, cremes, drinques, etc.
o restante, 70% dessa matéria-prima é desprezada
pela indústria que o processa, sendo 60% de casca e 10%
de sementes.
Pesquisas
orientadas pelo químico e pesquisador Dr. Armando Sabaa
Srur quando trabalhava na UFRRJ e atualmente na UFRJ mostraram
que esses resíduos possuem nutrientes importantes para
a alimentação humana. A semente é rica em
óleo com alta concentração de ácidos
graxos insaturados, com predominância do ácido graxo
Linolêico, 68%. Em função dessa riqueza,
esse óleo pode ser comparado aos óleos mais saudáveis
para alimentação humana. A casca desidratada e
transformada em farinha é outro alimento importante, principalmente
em função da alta concentração de
fibras solúveis e insolúveis que a possuem, 21,5%
e 35%, respectivamente. Os efeitos benéficos dessas fibras
já são conhecidos, as solúveis ajudam no
controle de absorção de carboidratos e lipídeos,
enquanto que as insolúveis na regulação
do intestino, eliminando principalmente a prisão de ventre
e evitam certos tipos de câncer que se desenvolvem no cólon
e reto.
Testes realizados pelo pesquisador mostraram o efeito hipoglicêmico
dessa farinha em ratos diabéticos, onde a glicemia desses
animais tiveram um decréscimo médio de 22% ao longo
dos ensaios.
Em
função dessas características, a FARINHA
de CASCA de MARACUJÁ® é um alimento natural
e muito importante para portadores de obesidade, diabetes e possuidores
de altas taxas de colesterol.
A Organização Mundial de Saúde sugere o
consumo de 30 g fibras alimentar por dia/indivíduos sadios.
Nessas 30 g deve conter pelo menos 1/3 de fibras solúveis.
Em função dessas recomendações, o
pesquisador sugere a ingestão média de 2 colheres
de sobremesa em cada refeição, que corresponde
aproximadamente 10 g. É importante avaliar a glicemia
uma vez por semana.
Apesar
desses efeitos benéficos, a FARINHA de CASCA de MARACUJÁ®
não é um remédio, não cura essas
patologias, somente ajuda no controle dessas doenças.
O acompanhamento do médico ou da nutricionista se faz
necessário.
Fabricado
por A S. S. NETO'S ALIMENTOS LTDA.
CNPJ: 32..112.708/0001-20
Fabricado sob orientação do Professor Armando Sabaa
Srur.
Indústria Brasileira
Comercializado em embalagem de 250g, 150g peso líquido
e com validade de 6 meses.
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(Os artigos abaixo foram recolhidos na Internet.
A lista completa dos links encontra-se no final da página.)
Farinha
da Casca do Maracujá e Diabetes
Transcrição
da Matéria veiculada pela Rede Globo de Televisão
Globo Repórter
Já faz quatro anos que a auxiliar administrativa Yvette
Monteiro toma remédio diariamente, por causa da diabete.
A taxa de açúcar no sangue já chegou a 362,
considerada um risco. O normal é entre 90 e 110. Com a
taxa alta, os sintomas são imediatos. "Coceira nos
olhos, muita sede, vontade de urinar e muita fome", ela
conta.
Para controlar a glicose, dona Yvette precisou trocar os doces,
sorvetes e salgadinhos por pratos mais saudáveis. "Muita
alfacinha, muita cebola, muito tomate, pimentão. Não
posso misturar no mesmo dia macarrão, arroz e batata",
ressalta dona Yvette.
"Nunca experimentei remédios naturais, mas gostaria.
Não custa nada, para eu poder comer um pedacinho de pudim,
um sorvete", comentou. Se era isso que dona Yvette queria,
já tem. Ela foi uma das primeiras a testar um produto
natural, a farinha de maracujá, criada para controlar
a taxa de açúcar no sangue.
Um
teste rápido mostrou que a taxa de glicose estava alta.
Mesmo com remédios e cuidados: 175. O quadro é
perfeito para a farinha de maracujá. A casca da fruta,
que normalmente é jogada fora, na Faculdade de Nutrição
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é material
nobre. Ela é rica em uma substância chamada pectina.
"A pectina é uma fração de fibra solúvel.
No nosso organismo ela forma um gel. No caso da diabete, ela
dificulta a absorção de carboidratos de uma maneira
geral, inclusive da glicose", revela pesquisador em alimentos
da UFRJ.
A
farinha já foi testada em ratos, com bons resultados.
O preparo é no laboratório. Depois de lavar e retirar
toda a polpa e a semente, a casca é cortada e levada ao
forno para torrar. A casca de maracujá é triturada
e peneirada. Estava pronta a farinha que dona Yvette ia levar
pra casa.
O professor ensina como a farinha deve ser usada. "Durante
as refeições. No café da manhã, almoço,
jantar, pode-se colocar uma ou duas colheres de sobremesa no
leite ou no suco e beber". Em casa, dona Yvette cumpriu
à risca. Durante quatro dias, três vezes por dia
tomou a farinha de maracujá.
O teste de
sangue mostrou que a taxa baixou de 175 para 148. Um resultado
comemorado por ela. "Nunca tinha chegado a esta taxa depois
que descobri a diabete", ela diz. "Vou incorporar a
farinha de maracujá a minha alimentação",
anuncia dona Yvette. Para o pesquisador, a queda na taxa de glicose
mostra que a farinha de maracujá cumpriu o seu papel.
Mas alerta que ela não cura a diabete. "Se parar
de usar, a taxa volta a ficar como era", ressalta.
A
farinha maracujá (também conhecida como fibra de
maracujá) auxilia em regimes de emagrecimento, reduz taxas
de glicemia e colesterol.
Estudos
científicos indicam que a casca do maracujá é
extremamente rica em pectina, um tipo de fibra solúvel
que ajuda a reduzir as taxas de glicose no sangue. A farinha
de miracujá contém também outras fibras
insolúveis.
A
fibra de maracujá, tendo como maior agente a pectina,
que ao ser ingerida pelo organismo forma um gel, dificultando
a absorção de carboidratos e da glicose produzida
no processo digestivo e também nas gorduras, auxilia ainda
a redução de glicemia e na taxa de colesterol.
A
alta concentração de pectina contida na farinha
maracujá diminui a concentração de glicose,
contendo ainda fósforo, que é fonte de renovação
celular, cálcio que ajuda no desenvolvimento dos ossos
e dentes, ferro que dá mais energia e disposição,
vitamina B3 que ajuda a transformar alimentos em energia.
Todas
estas propriedades estão presentes na farinha de maracujá,
um produto totalmente natural, saudável e excelente auxiliar
na perda de peso.
*
Reduza a taxa de colesterol sem sacrifícios!
* Perca peso rapidamente!
* 100% natural e saudável!
* Ideal como auxiliar na diminuição da glicemia
!
* Sem contra-indicações!
* 150 gramas !
As atribulações diárias consomem todo nosso
tempo, e muitas vezes acabamos descuidando da saúde. Resultado:
estresse e estafa em alta e, também, nível elevado
de colesterol! Não perca tempo, trate logo de se cuidar!
Para
diminuir a taxa de colesterol a solução é
ter uma alimentação mais saudável e incluir,
em sua dieta, um produto totalmente natural e sem contra-indicações,
Fibra de Maracujá! A melhor alternativa para sua
saúde!
A Fibra de Maracujá foi desenvolvida a partir de uma pesquisa
feita pela Faculdade de Nutrição da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde então ficou provado
seus efeitos benéficos na diminuição do
nível de colesterol, no bom funcionamento do sistema gastro-intestinal,
e até mesmo no tratamento da diabetes!
Com
a Fibra de Maracujá, você controla o triglicérides
(colesterol ruim) e, também, as taxas de glicose no sangue
sem sofrimento! Já vem pronto para o consumo , então
é só adicionar 1 ou 2 colheres de sobremesa, 3x
ao dia, nas refeições ou nos sucos, chás
e iogurtes. Você pode, inclusive, adicioná-la aos
alimentos quentes sem alterar seu sabor e nem suas propriedades!
Inclua
a poderosa Fibra de Maracujá em todas as suas refeições,
desde o café da manhã até o jantar, e
aproveite para perder peso! Logo depois da sua ingestão,
você sente uma agradável sensação
de plenitude gástrica! Com esse incrível auxiliar
alimentar, você emagrece com saúde e sem sacrifícios!
Maracujá
- O segredo está na casca
Nenhuma
outra fruta tem tanta pectina
aproveitável na casca quanto o maracujá.
Nas demais, a substância está
concentrada na polpa, rica em
açúcar e, por isso, arriscada para
o diabético
E
ela vai para o lixo. Que desperdício, já que poderia
virar uma farinha ótima para os diabéticos, cheia
de pectina, fibra poderosa contra os picos de glicose por Thais
Szegö | design Eder Redder |foto Dercilio Vanzelli Solange
Miranda Junqueira Guertzenstein, do Centro Universitário
São Camilo, em São Paulo, baseou sua tese de mestrado
sobre glicemia na pesquisa. "Depois
de consumida, a pectina se transforma em um gel que não
é absorvido no processo da digestão", explica.
"Assim, durante seu trajeto entre a boca e o intestino,
ela carrega consigo não apenas a glicose, mas também
o colesterol dos alimentos, até eliminá-los no
bolo fecal." Ou seja, o produto do maracujá beneficia
também quem apresenta altas taxas dessa gordura arriscada
para as artérias. Segundo Solange, a farinha conta com
20% de pectina, o que também favorece a perda de peso.
"Essa espécie de gelatina faz volume dentro do estômago
e dá saciedade", garante.
Ainda
não existem estudos sobre eventuais respostas adversas
da farinha de maracujá nos seres humanos, mas os especialistas
não acreditam em contra- indicações. Mesmo
assim, convém prestar atenção nas reações
do organismo. "O consumo excessivo de fibras pode causar
diarréia e, por tabela, perda de nutrientes", alerta
Glaucia Pastore, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência
e Tecnologia de Alimentos. É bom saber que o consumo diário
máximo de fibras em geral é de 30 gramas, segundo
recomendação da Food and Agriculture Organization
(FAO), órgão das Nações Unidas para
a alimentação. Para se ter uma idéia, uma
colher de sopa da farinha contabiliza 3,5 gramas, ou seja, fica
longe desse limite.
E
importante: agora que a farinha começa a ganhar notoriedade,
surgem ofertas de produtos fantásticos, veiculadas principalmente
pela internet. Seriam confiáveis? "Por enquanto não
conheço nenhum que tenha sido aprovado pela Agência
Nacional de Vigilância Sanitária", responde
Solange Miranda Junqueira Guertzenstein. O aval da Anvisa é
obrigatório para quem deseja um consumo seguro. O químico
Sabaa Srur ressalta ainda que esses produtos industrializados
são feitos muitas vezes com a parte amarela da casca do
maracujá, bem mais pobre em pectina. Melhor, portanto,
fazer a receita em casa. O único inconveniente é
que ela rende muito pouco. "Apenas cerca de 7% da casca
vira farinha", revela Sabaa. Então, em caso de diabete
na família, você vai precisar de ânimo para
muitas fornadas mas nunca, em hipótese nenhuma, abandone
o tratamento prescrito pelo médico.
ESSA
TAL PECTINA
Ela é uma espécie de fibra solúvel que,
junto com a celulose e a lignina, compõe a parede celular
das plantas. "Está em todas as frutas, mas a maçã,
a pêra, a laranja, o limão e o pêssego são
especialmente ricos nela", revela a farmacêutica bioquímica
Maria Helene Canteri Schemin, da Universidade Tecnológica
Federal do Paraná. O endocrinologista Fadlo Fraige Filho,
presidente da Associação Nacional de Assistência
ao Diabético, reconhece a ação da pectina
no combate aos picos de insulina, mas ressalva: "Qualquer
alimento rico em fibras pode produzir o mesmo efeito". A
questão é que muitas das frutas cheias de pectina
têm também muito açúcar. Está
aí uma vantagem da farinha de maracujá.
QUANTO
CONSUMIR?
BOA PERGUNTA...
Ainda
não há um consenso entre os especialistas em relação
à quantidade de farinha de maracujá que deve ser
ingerida por dia. Solange Miranda Junqueira Guertzenstein indica
1 colher de sopa meia hora antes do almoço e outra meia
hora antes do jantar. "O pó pode ser dissolvido em
um suco", exemplifica. Já o nutrólogo Edson
Credidio, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia,
sugere apenas 1 colher de sopa do pó no café da
manhã. Para que o sabor da farinha se mantenha neutro,
é importante prepará-la de acordo com a receita.
Caso contrário, o sabor característico do maracujá
pode predominar e interferir no gosto dos outros alimentos. Sim,
não é só no suco que a farinha vai bem.
Você também pode salpicá-la na comida. Só
não vale levá-la ao fogo, pois ainda não
há estudos que garantam que essa exposição
extra ao calor não altere suas propriedades e a textura
dos alimentos.
Sobre
a farinha do maracujá
Essa
farinha me interessa. E explico porque: de uns tempos prá
cá diversas pessoas têm me alertado dos milagres
que está causando, no controle da diabete, a farinha de
maracujá. E me interessa mais ainda porque a minha ascendência
familiar (pais e avós) foi afetada por essa doença
que, segundo alguns entendidos, será o mal do século.
Por ser a fonte de origem dos mais variados desequilíbrios
orgânicos, a diabete nos causa também os mais variados
sintomas, diagnósticos e doenças, se ela não
for preventivamente diagnosticada, adequadamente tratada e periodicamente
monitorada.
Está
oficialmente confirmada cientificamente que a farinha da casca
do maracujá reduz a taxa de glicose no sangue. Em Ciência
Hoje de uns tempos atrás foi publicado o texto Maracujá
para diabéticos, que diz o seguinte: O estudo
da casca do maracujá, coordenado pelo químico industrial
Armando Sabaa Srur e desenvolvido pela nutricionista Solange
Miranda Junqueira, descobriu o conteúdo do organomineral
da casca dessa fruta e constatou que ela possui alto teor de
pectina, um tipo de fibra solúvel (totalmente degradável
no organismo), que ajuda a diminuir a taxa de glicose e de colesterol
no sangue. Estes pesquisadores desenvolveram ainda uma farinha
de casca de maracujá que, ao ser misturada em ração
para ratos diabéticos, diminuiu em 22% a taxa de glicemia
(glicose no sangue) destes animais. E continua: Como
não vimos efeitos colaterais nos animais, sugerimos que
humanos diabéticos também consumissem a farinha,
e o resultado observado foi o mesmo. Entretanto, Sabaa
faz uma advertência: É importante controlar
o consumo da farinha, pois, embora ajude a reduzir a glicemia,
ela não é remédio e, se consumida excessivamente,
também poderá causar hipoglicemia (baixo teor de
glicose no sangue), e, para que isso não ocorra
ele sugere o monitoramento glicêmico do sangue por parte
do diabético que fizer uso dessa farinha.
Esta
farinha já está sendo comercializada no mercado
de fitoterápicos justamente devido ao sucesso dessa pesquisa.
E a ótima notícia que tenho para os diabéticos
e demais curiosos que lerem este meu texto é a receita
dessa farinha. Simples e fácil: escolha bem os maracujás;
corte-os ao meio; retire a polpa e aquela pelinha que a envolve;
corte as cascas em pedaços menores e deixe desidratar
por um dia ou mais até que ela fique ressequida, entretanto,
sem embolorar; após, leve ao forno (70º) até
ficarem crocantes; bata aos poucos no liquidificador até
o ponto de farinha. O pesquisador sugere que os diabéticos
utilizem duas a três colheres dessa farinha a cada refeição
principal, de acordo com a taxa de glicemia apresentada pelo
freguês.
Minha lógica matemática deduz portanto que se tirarmos
aquela casquinha amarela e a película interna da casca
dessa fruta e batermos com o seu suco provavelmente obteremos
o mesmo efeito, sem ter esse trabalhão todo. Estarei certo
ou não? De quebra vou dar outra receita de comprovada
eficiência popular: retalhe um bom pedaço de gengibre
e caramelize com açúcar mascavo, junte a polpa
do maracujá cujas cascas virou ou não farinha e
acrescente um pouco de água. Ferva bem em fogo baixo até
o ponto de xarope. Coe, esfrie e coloque em frasco de vidro.
Tome diariamente uma, duas ou mais colheres de sopa, à
noite. Tira a dor do corpo (fadiga e estafa), faz dormir e traz
lindos sonhos. Dica de Meditando na Cozinha (CorreCotia),
crônicas e receitas da Sonia Hirsch, livro que recomendo
para quem quiser saber-bem-mais sobre holismo e alimentação
natural.
Maracujá
(o bloqueador natural de gordura)
A
casca da fruta, transformada em farinha, diminui a taxa de açúcar
no sangue e impede que o organismo absorva a gordura dos alimentos,
fazendo você perder peso. E não tem contra-indicação!
por
Katia Cardoso
Ela
chegou no mercado com a fama de ter o poder de baixar as taxas
de açúcar no sangue, o que é ótimo
para quem tem diabetes. Mas,
aos poucos, a farinha feita com a casca do maracujá também
se revelou um excelente bloqueador de gordura. Ou seja, impede que
o organismo absorva parte desse nutriente presente nos alimentos.
Daí faz você perder peso. A substância responsável
pelo poder emagrecedor é a pectina, encontrada em grande
quantidade na parte branca da casca da fruta. A farinha não
fica atrás: tem 20% dessa fibra, segundo estudo feito
pelo químico e pesquisador Armando Sabaa Srur, da Faculdade
de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(UFRJ). No estômago, a pectina se transforma numa
espécie de gel não digerível, provocando
sensação de saciedade, explica a médica
e nutróloga Daniela Hueb. Com isso, você se sente
bem alimentada com uma porção menor de comida.
A pectina também reduz a velocidade com que o açúcar
entra no sangue quanto mais lento esse processo, mais
a fome demora para voltar a dar sinal.
Gordura
na mira
Quando
chega ao intestino, a pectina bloqueia a absorção
da gordura dos alimentos. A ação é bem mais
suave que a do Xenical, medicamento da Roche que tem o boqueador
de gordura orlistat como princípio ativo. Mas o efeito
emagrecedor da farinha, assim como sua capacidade de proteger
o coração, foi comprovado num estudo feito na Universidade
Federal da Paraíba com 17 mulheres com colesterol alto.
Depois de 70 dias consumindo a farinha, elas não
só tiveram as taxas de LDL, o colesterol ruim, reduzidas
como perderam peso (algumas eliminaram 8 quilos!), comemora
a farmacêutica Alessandra Ramos, que acompanhou o grupo
por um período de um ano sem registrar reações
adversas. De qualquer modo, observe como seu organismo responde
ao produto.
Menos
toxinas
Outra
boa notícia: a fibra presente na farinha de maracujá
promove uma faxina no organismo. Ela ajuda a eliminar as toxinas,
que, acumuladas, prejudicam o funcionamento dos órgãos
e, com isso, desequilibram o metabolismo o que faz sua
dieta emperrar. Só que para facilitar a ação
desintoxicante da pectina, é importante beber mais água,
no mínimo 2 litros por dia.
Modo
de usar
O
consumo da farinha tem de ser diário: uma vez ou outra
não é suficiente para surtir efeito. Por isso,
varie o modo de acrescentá-la no cardápio. Pode
ser no suco, no iogurte, na salada, na sopa. O ideal, porém,
é consumir uma colher de sopa (10 gramas, 47 calorias)
antes das três principais refeições. Mas
a nutricionista Anita Sacks, da Universidade Federal de São
Paulo, avisa: Não adianta usar a farinha de maracujá
e abusar da gordura e do açúcar. Portanto,
aproveite para cortar alguns excessos à mesa e faça
algum tipo de atividade física (vale até uma caminhada
de 30 minutos pelo bairro dia sim, dia não). Vai experimentar?
Conte para a gente o resultado!
Faça
em casa
Existem
várias opções de farinha da casca do maracujá
feitas por laboratórios farmacêuticos, à
venda em farmácias e lojas de produtos naturais. Não
compre o produto em saquinhos sem identificação,
barracas de rua ou feiras livres. Se preferir, pode preparar
a farinha em casa. Use, de preferência, maracujá
orgânico sem agrotóxico. Veja como fazer.
Lave e mergulhe seis maracujás por 20 minutos numa mistura
de água com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa
por litro) ou vinagre. Volte a passá-los em água
corrente.
Corte-os ao meio, retire a polpa e guarde para fazer suco.
Corte a casca em tirinhas, ponha numa assadeira e asse em forno
médio por cerca de 30 minutos ou até que fiquem
sequinhas. Espere esfriar.
Bata no liquidificador (ou passe no processador) até obter
uma farinha.
Passe pela peneira e guarde num recipiente limpo e tampado.
Nutrientes
extras
A
farinha de maracujá é fonte de várias vitaminas
e minerais.
Niacina (vitamina B3): atua na produção de hormônios,
melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças
e protege as paredes do estômago.
Ferro: previne anemia e aumenta o pique.
Cálcio: favorece a contração muscular, fortalece
ossos e dentes.
Fósforo: também deixa os ossos fortes, além
de melhorar a memória, a oxigenação das
células e a circulação.
http://www.saudenarede.com.br/?p=av&id=Farinha_da_Casca_do_Maracuja_e_Diabetes
http://como-emagrecer.com/farinha-de-maracuja.html
http://www.moneynarede.com/natu/fibra_de_maracuja.htm
http://saude.abril.com.br/edicoes/0272/nutricao/conteudo_127583.shtml
http://navegandocomoalvaromichkim.blogspot.com/2006/08/sobre-farinha-do-maracuj.html
http://www.geocities.com/atine50/frutas/maracuja.htm
http://aminhadieta.blogs.sapo.pt/arquivo/1029175.html
http://boaforma.abril.com.br/edicoes/241/fechado/Dieta/conteudo_629.shtml
http://www.hortibrasil.org.br/classificacao/maracuja/maracuja.html
Abençoe
o presente. Confie em si mesmo. Espere o melhor.