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ARTIGOS SOBRE A FARINHA DA CASCA DE MARACUJÁ

INDICADA NO CONTROLE DA DIABETES E PARA O EMAGRECIMENTO

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PEDIDOS:

Pote de 150 grs.= R$ 20,00
Pote de 250 grs.= R$ 30,00
pote com 85 cápsulas = R$ 34,00

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FARINHA de CASCA de MARACUJÁ®

Depois que o pesquisador Armando Sabaa Srur mostrou através dos programas de televisão Globo Repórter, Mais Você, Sem Censura, entre outros, os efeitos benéficos da farinha de casca de maracujá (Passiflora edulis, f. flavicarpa, DEG) no controle da diabetes, milhares de portadores dessa patologia incorporaram nos seus hábitos alimentares esse produto. Na época, o professor Sabaa mostrou com detalhes como essa farinha poderia ser produzida. O pesquisador não tinha nenhum interesse comercial, se o tivesse não teria ensinado a tecnologia de obtenção, embora tenha depositado o pedido de patente no INPI e registrado a marca FARINHA DE CASCA DE MARACUJÁ®. Muitas pessoas começaram a produzir essa farinha para o seu uso e, sempre que consultavam o pesquisador eram atendidas. Algumas tiveram dificuldades em função do baixo rendimento, já que 35 kilos de frutos redem 1 kg de farinha. A partir daí apareceram muitas marcas de farinha de casca de maracujá no mercado nacional com os mais diferentes nomes e que estão utilizando indevidamente a idéia e a tecnologia devidamente patenteada pelo professor Sabaa. Algumas dessas farinhas já foram analisadas e os resultados mostraram elementos estranhos, como farinha de trigo, fubá, serragens, etc.



CONTAGEM DE CARBOIDRATOS: UMA OPÇÃO A SER CONSIDERADA.

Após tantas mudanças no campo da nutrição, sabemos que hoje não existe nenhuma restrição de dieta para portadores de diabetes. Pesquisas têm fornecido aos profissionais da saúde a oportunidade de oferecer guias mais flexíveis e menos rígidos.
A American Dietetic Association e a American Diabetes Association criaram um método de substituição, onde os alimentos são agrupados de acordo com seus valores similares em calorias, carboidratos, proteínas e gorduras, permitindo que alimentos do mesmo grupo sejam substituídos por outros.

Em 1994 um comitê da American Diabetes Association observou que existiam poucas evidências científicas que sustentassem a idéia de restringir alimentos que contenham açúcar para pessoas com diabetes. A Contagem de Carboidratos foi também uma das 4 estratégias alimentares utilizadas pelo DCCT, onde pacientes e profissionais acharam que este sistema permite maior flexibilidade nas escolhas dos alimentos e ajudam a alcançar os objetivos glicêmicos.

Nestes tipos de terapia é possível saber qual a necessidade de insulina para cobrir os gramas de carboidratos por refeição a serem ingeridos. Partindo de uma regra geral, onde 1 unidade ultra rápida cobrem 15 gramas de carboidrato, ou então descobrindo a sensibilidade com base no peso.

O paciente pode substituir suas refeições. Ou então, ter a liberdade de alterar os gramas de carboidratos, liberando apenas a insulina necessária naquele momento.
Independente do tipo de diabetes vale ressaltar a importância do paciente avaliar sua glicemia antes e até 2 horas após a refeição, para o conhecimento do exato efeito individual dos alimentos na sua glicemia. Além disso, é importante reforçar que tal terapia deverá ser orientada sempre por profissionais nutricionistas, pois é evidente que não devemos substituir alimetos saudáveis por doces em todas as refeições. Também não deve ser ignoradas proteína e gordura porque tem menor efeito na glicemia. A alimentação saudável deve ser sempre o objetivo principal.
fonte:www.bdbomdia.com

Este produto não é remédio, portanto não cura a diabete e nem as outras patologias citadas, ajuda no controle dessas doenças. Continue sob orientação do seu médico e/ou nutricionista.


FARINHA de CASCA de MARACUJÁ®

Talvez o fruto do maracujazeiro (Passiflora edulis, f. flavicarpa, DEG), o maracujá, seja realmente considerado o fruto dos deuses. Apesar de somente 30% ser aproveitado pelo homem na forma de polpa, muito utilizada para a elaboração dos mais variados alimentos, como sucos, sorvetes, cremes, drinques, etc. o restante, 70% dessa matéria-prima é desprezada pela indústria que o processa, sendo 60% de casca e 10% de sementes.

Pesquisas orientadas pelo químico e pesquisador Dr. Armando Sabaa Srur quando trabalhava na UFRRJ e atualmente na UFRJ mostraram que esses resíduos possuem nutrientes importantes para a alimentação humana. A semente é rica em óleo com alta concentração de ácidos graxos insaturados, com predominância do ácido graxo Linolêico, 68%. Em função dessa riqueza, esse óleo pode ser comparado aos óleos mais saudáveis para alimentação humana. A casca desidratada e transformada em farinha é outro alimento importante, principalmente em função da alta concentração de fibras solúveis e insolúveis que a possuem, 21,5% e 35%, respectivamente. Os efeitos benéficos dessas fibras já são conhecidos, as solúveis ajudam no controle de absorção de carboidratos e lipídeos, enquanto que as insolúveis na regulação do intestino, eliminando principalmente a prisão de ventre e evitam certos tipos de câncer que se desenvolvem no cólon e reto.
Testes realizados pelo pesquisador mostraram o efeito hipoglicêmico dessa farinha em ratos diabéticos, onde a glicemia desses animais tiveram um decréscimo médio de 22% ao longo dos ensaios.

Em função dessas características, a FARINHA de CASCA de MARACUJÁ® é um alimento natural e muito importante para portadores de obesidade, diabetes e possuidores de altas taxas de colesterol.
A Organização Mundial de Saúde sugere o consumo de 30 g fibras alimentar por dia/indivíduos sadios. Nessas 30 g deve conter pelo menos 1/3 de fibras solúveis. Em função dessas recomendações, o pesquisador sugere a ingestão média de 2 colheres de sobremesa em cada refeição, que corresponde aproximadamente 10 g. É importante avaliar a glicemia uma vez por semana.

Apesar desses efeitos benéficos, a FARINHA de CASCA de MARACUJÁ® não é um remédio, não cura essas patologias, somente ajuda no controle dessas doenças. O acompanhamento do médico ou da nutricionista se faz necessário.

Fabricado por A S. S. NETO'S ALIMENTOS LTDA.
CNPJ: 32..112.708/0001-20
Fabricado sob orientação do Professor Armando Sabaa Srur.
Indústria Brasileira
Comercializado em embalagem de 250g, 150g peso líquido e com validade de 6 meses.

PEDIDOS:

Pote de 150 grs.= R$ 20,00
Pote de 250 grs.= R$ 30,00
pote com 85 cápsulas = R$ 34,00

O frete é calculado pelo estado de destino - correio (retirar no correio), sedex (entrega no destino).

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(Os artigos abaixo foram recolhidos na Internet. A lista completa dos links encontra-se no final da página.)

 

Farinha da Casca do Maracujá e Diabetes

Transcrição da Matéria veiculada pela Rede Globo de Televisão
Globo Repórter

Já faz quatro anos que a auxiliar administrativa Yvette Monteiro toma remédio diariamente, por causa da diabete. A taxa de açúcar no sangue já chegou a 362, considerada um risco. O normal é entre 90 e 110. Com a taxa alta, os sintomas são imediatos. "Coceira nos olhos, muita sede, vontade de urinar e muita fome", ela conta.
Para controlar a glicose, dona Yvette precisou trocar os doces, sorvetes e salgadinhos por pratos mais saudáveis. "Muita alfacinha, muita cebola, muito tomate, pimentão. Não posso misturar no mesmo dia macarrão, arroz e batata", ressalta dona Yvette.
"Nunca experimentei remédios naturais, mas gostaria. Não custa nada, para eu poder comer um pedacinho de pudim, um sorvete", comentou. Se era isso que dona Yvette queria, já tem. Ela foi uma das primeiras a testar um produto natural, a farinha de maracujá, criada para controlar a taxa de açúcar no sangue.

Um teste rápido mostrou que a taxa de glicose estava alta. Mesmo com remédios e cuidados: 175. O quadro é perfeito para a farinha de maracujá. A casca da fruta, que normalmente é jogada fora, na Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é material nobre. Ela é rica em uma substância chamada pectina.
"A pectina é uma fração de fibra solúvel. No nosso organismo ela forma um gel. No caso da diabete, ela dificulta a absorção de carboidratos de uma maneira geral, inclusive da glicose", revela pesquisador em alimentos da UFRJ.

A farinha já foi testada em ratos, com bons resultados. O preparo é no laboratório. Depois de lavar e retirar toda a polpa e a semente, a casca é cortada e levada ao forno para torrar. A casca de maracujá é triturada e peneirada. Estava pronta a farinha que dona Yvette ia levar pra casa.
O professor ensina como a farinha deve ser usada. "Durante as refeições. No café da manhã, almoço, jantar, pode-se colocar uma ou duas colheres de sobremesa no leite ou no suco e beber". Em casa, dona Yvette cumpriu à risca. Durante quatro dias, três vezes por dia tomou a farinha de maracujá.

O teste de sangue mostrou que a taxa baixou de 175 para 148. Um resultado comemorado por ela. "Nunca tinha chegado a esta taxa depois que descobri a diabete", ela diz. "Vou incorporar a farinha de maracujá a minha alimentação", anuncia dona Yvette. Para o pesquisador, a queda na taxa de glicose mostra que a farinha de maracujá cumpriu o seu papel. Mas alerta que ela não cura a diabete. "Se parar de usar, a taxa volta a ficar como era", ressalta.

 

 

A farinha maracujá (também conhecida como fibra de maracujá) auxilia em regimes de emagrecimento, reduz taxas de glicemia e colesterol.

Estudos científicos indicam que a casca do maracujá é extremamente rica em pectina, um tipo de fibra solúvel que ajuda a reduzir as taxas de glicose no sangue. A farinha de miracujá contém também outras fibras insolúveis.

A fibra de maracujá, tendo como maior agente a pectina, que ao ser ingerida pelo organismo forma um gel, dificultando a absorção de carboidratos e da glicose produzida no processo digestivo e também nas gorduras, auxilia ainda a redução de glicemia e na taxa de colesterol.

A alta concentração de pectina contida na farinha maracujá diminui a concentração de glicose, contendo ainda fósforo, que é fonte de renovação celular, cálcio que ajuda no desenvolvimento dos ossos e dentes, ferro que dá mais energia e disposição, vitamina B3 que ajuda a transformar alimentos em energia.

Todas estas propriedades estão presentes na farinha de maracujá, um produto totalmente natural, saudável e excelente auxiliar na perda de peso.

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As atribulações diárias consomem todo nosso tempo, e muitas vezes acabamos descuidando da saúde. Resultado: estresse e estafa em alta e, também, nível elevado de colesterol! Não perca tempo, trate logo de se cuidar!

Para diminuir a taxa de colesterol a solução é ter uma alimentação mais saudável e incluir, em sua dieta, um produto totalmente natural e sem contra-indicações, Fibra de Maracujá! A melhor alternativa para sua saúde!
A Fibra de Maracujá foi desenvolvida a partir de uma pesquisa feita pela Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde então ficou provado seus efeitos benéficos na diminuição do nível de colesterol, no bom funcionamento do sistema gastro-intestinal, e até mesmo no tratamento da diabetes!

Com a Fibra de Maracujá, você controla o triglicérides (colesterol ruim) e, também, as taxas de glicose no sangue sem sofrimento! Já vem pronto para o consumo , então é só adicionar 1 ou 2 colheres de sobremesa, 3x ao dia, nas refeições ou nos sucos, chás e iogurtes. Você pode, inclusive, adicioná-la aos alimentos quentes sem alterar seu sabor e nem suas propriedades!

Inclua a poderosa Fibra de Maracujá em todas as suas refeições, desde o café da manhã até o jantar, e aproveite para perder peso! Logo depois da sua ingestão, você sente uma agradável sensação de plenitude gástrica! Com esse incrível auxiliar alimentar, você emagrece com saúde e sem sacrifícios!

 

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Maracujá - O segredo está na casca

Nenhuma outra fruta tem tanta pectina
aproveitável na casca quanto o maracujá.
Nas demais, a substância está
concentrada na polpa, rica em
açúcar e, por isso, arriscada para
o diabético


E ela vai para o lixo. Que desperdício, já que poderia virar uma farinha ótima para os diabéticos, cheia de pectina, fibra poderosa contra os picos de glicose por Thais Szegö | design Eder Redder |foto Dercilio Vanzelli Solange Miranda Junqueira Guertzenstein, do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, baseou sua tese de mestrado sobre glicemia na pesquisa. "Depois de consumida, a pectina se transforma em um gel que não é absorvido no processo da digestão", explica. "Assim, durante seu trajeto entre a boca e o intestino, ela carrega consigo não apenas a glicose, mas também o colesterol dos alimentos, até eliminá-los no bolo fecal." Ou seja, o produto do maracujá beneficia também quem apresenta altas taxas dessa gordura arriscada para as artérias. Segundo Solange, a farinha conta com 20% de pectina, o que também favorece a perda de peso. "Essa espécie de gelatina faz volume dentro do estômago e dá saciedade", garante.

Ainda não existem estudos sobre eventuais respostas adversas da farinha de maracujá nos seres humanos, mas os especialistas não acreditam em contra- indicações. Mesmo assim, convém prestar atenção nas reações do organismo. "O consumo excessivo de fibras pode causar diarréia e, por tabela, perda de nutrientes", alerta Glaucia Pastore, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos. É bom saber que o consumo diário máximo de fibras em geral é de 30 gramas, segundo recomendação da Food and Agriculture Organization (FAO), órgão das Nações Unidas para a alimentação. Para se ter uma idéia, uma colher de sopa da farinha contabiliza 3,5 gramas, ou seja, fica longe desse limite.

E importante: agora que a farinha começa a ganhar notoriedade, surgem ofertas de produtos fantásticos, veiculadas principalmente pela internet. Seriam confiáveis? "Por enquanto não conheço nenhum que tenha sido aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária", responde Solange Miranda Junqueira Guertzenstein. O aval da Anvisa é obrigatório para quem deseja um consumo seguro. O químico Sabaa Srur ressalta ainda que esses produtos industrializados são feitos muitas vezes com a parte amarela da casca do maracujá, bem mais pobre em pectina. Melhor, portanto, fazer a receita em casa. O único inconveniente é que ela rende muito pouco. "Apenas cerca de 7% da casca vira farinha", revela Sabaa. Então, em caso de diabete na família, você vai precisar de ânimo para muitas fornadas mas nunca, em hipótese nenhuma, abandone o tratamento prescrito pelo médico.

ESSA TAL PECTINA
Ela é uma espécie de fibra solúvel que, junto com a celulose e a lignina, compõe a parede celular das plantas. "Está em todas as frutas, mas a maçã, a pêra, a laranja, o limão e o pêssego são especialmente ricos nela", revela a farmacêutica bioquímica Maria Helene Canteri Schemin, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. O endocrinologista Fadlo Fraige Filho, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético, reconhece a ação da pectina no combate aos picos de insulina, mas ressalva: "Qualquer alimento rico em fibras pode produzir o mesmo efeito". A questão é que muitas das frutas cheias de pectina têm também muito açúcar. Está aí uma vantagem da farinha de maracujá.

 

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QUANTO CONSUMIR?
BOA PERGUNTA...
Ainda não há um consenso entre os especialistas em relação à quantidade de farinha de maracujá que deve ser ingerida por dia. Solange Miranda Junqueira Guertzenstein indica 1 colher de sopa meia hora antes do almoço e outra meia hora antes do jantar. "O pó pode ser dissolvido em um suco", exemplifica. Já o nutrólogo Edson Credidio, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia, sugere apenas 1 colher de sopa do pó no café da manhã. Para que o sabor da farinha se mantenha neutro, é importante prepará-la de acordo com a receita. Caso contrário, o sabor característico do maracujá pode predominar e interferir no gosto dos outros alimentos. Sim, não é só no suco que a farinha vai bem. Você também pode salpicá-la na comida. Só não vale levá-la ao fogo, pois ainda não há estudos que garantam que essa exposição extra ao calor não altere suas propriedades e a textura dos alimentos.

Sobre a farinha do maracujá
Essa farinha me interessa. E explico porque: de uns tempos prá cá diversas pessoas têm me alertado dos “milagres” que está causando, no controle da diabete, a farinha de maracujá. E me interessa mais ainda porque a minha ascendência familiar (pais e avós) foi afetada por essa doença que, segundo alguns entendidos, será “o mal do século”. Por ser a fonte de origem dos mais variados desequilíbrios orgânicos, a diabete nos causa também os mais variados sintomas, diagnósticos e doenças, se ela não for preventivamente diagnosticada, adequadamente tratada e periodicamente monitorada.


Está oficialmente confirmada cientificamente que a farinha da casca do maracujá reduz a taxa de glicose no sangue. Em Ciência Hoje de uns tempos atrás foi publicado o texto “Maracujá para diabéticos”, que diz o seguinte: “O estudo da casca do maracujá, coordenado pelo químico industrial Armando Sabaa Srur e desenvolvido pela nutricionista Solange Miranda Junqueira, descobriu o conteúdo do organomineral da casca dessa fruta e constatou que ela possui alto teor de pectina, um tipo de fibra solúvel (totalmente degradável no organismo), que ajuda a diminuir a taxa de glicose e de colesterol no sangue. Estes pesquisadores desenvolveram ainda uma farinha de casca de maracujá que, ao ser misturada em ração para ratos diabéticos, diminuiu em 22% a taxa de glicemia (glicose no sangue) destes animais.” E continua: “Como não vimos efeitos colaterais nos animais, sugerimos que humanos diabéticos também consumissem a farinha, e o resultado observado foi o mesmo.” Entretanto, Sabaa faz uma advertência: “É importante controlar o consumo da farinha, pois, embora ajude a reduzir a glicemia, ela não é remédio e, se consumida excessivamente, também poderá causar hipoglicemia (baixo teor de glicose no sangue)”, e, para que isso não ocorra ele sugere o monitoramento glicêmico do sangue por parte do diabético que fizer uso dessa farinha.


Esta farinha já está sendo comercializada no mercado de fitoterápicos justamente devido ao sucesso dessa pesquisa. E a ótima notícia que tenho para os diabéticos e demais curiosos que lerem este meu texto é a receita dessa farinha. Simples e fácil: escolha bem os maracujás; corte-os ao meio; retire a polpa e aquela pelinha que a envolve; corte as cascas em pedaços menores e deixe desidratar por um dia ou mais até que ela fique ressequida, entretanto, sem embolorar; após, leve ao forno (70º) até ficarem crocantes; bata aos poucos no liquidificador até o ponto de farinha. O pesquisador sugere que os diabéticos utilizem duas a três colheres dessa farinha a cada refeição principal, de acordo com a taxa de glicemia apresentada pelo freguês.
Minha lógica matemática deduz portanto que se tirarmos aquela casquinha amarela e a película interna da casca dessa fruta e batermos com o seu suco provavelmente obteremos o mesmo efeito, sem ter esse trabalhão todo. Estarei certo ou não? De quebra vou dar outra receita de comprovada eficiência popular: retalhe um bom pedaço de gengibre e caramelize com açúcar mascavo, junte a polpa do maracujá cujas cascas virou ou não farinha e acrescente um pouco de água. Ferva bem em fogo baixo até o ponto de xarope. Coe, esfrie e coloque em frasco de vidro. Tome diariamente uma, duas ou mais colheres de sopa, à noite. Tira a dor do corpo (fadiga e estafa), faz dormir e traz lindos sonhos. Dica de “Meditando na Cozinha” (CorreCotia), crônicas e receitas da Sonia Hirsch, livro que recomendo para quem quiser saber-bem-mais sobre holismo e alimentação natural.

Maracujá (o bloqueador natural de gordura)

A casca da fruta, transformada em farinha, diminui a taxa de açúcar no sangue e impede que o organismo absorva a gordura dos alimentos, fazendo você perder peso. E não tem contra-indicação!

por Katia Cardoso

 

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Ela chegou no mercado com a fama de ter o poder de baixar as taxas de açúcar no sangue, o que é ótimo para quem tem diabetes. Mas, aos poucos, a farinha feita com a casca do maracujá também se revelou um excelente bloqueador de gordura. Ou seja, impede que o organismo absorva parte desse nutriente presente nos alimentos. Daí faz você perder peso. A substância responsável pelo poder emagrecedor é a pectina, encontrada em grande quantidade na parte branca da casca da fruta. A farinha não fica atrás: tem 20% dessa fibra, segundo estudo feito pelo químico e pesquisador Armando Sabaa Srur, da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “No estômago, a pectina se transforma numa espécie de gel não digerível, provocando sensação de saciedade”, explica a médica e nutróloga Daniela Hueb. Com isso, você se sente bem alimentada com uma porção menor de comida. A pectina também reduz a velocidade com que o açúcar entra no sangue – quanto mais lento esse processo, mais a fome demora para voltar a dar sinal.

Gordura na mira

Quando chega ao intestino, a pectina bloqueia a absorção da gordura dos alimentos. A ação é bem mais suave que a do Xenical, medicamento da Roche que tem o boqueador de gordura orlistat como princípio ativo. Mas o efeito emagrecedor da farinha, assim como sua capacidade de proteger o coração, foi comprovado num estudo feito na Universidade Federal da Paraíba com 17 mulheres com colesterol alto. “Depois de 70 dias consumindo a farinha, elas não só tiveram as taxas de LDL, o colesterol ruim, reduzidas como perderam peso (algumas eliminaram 8 quilos!)”, comemora a farmacêutica Alessandra Ramos, que acompanhou o grupo por um período de um ano sem registrar reações adversas. De qualquer modo, observe como seu organismo responde ao produto.

Menos toxinas

Outra boa notícia: a fibra presente na farinha de maracujá promove uma faxina no organismo. Ela ajuda a eliminar as toxinas, que, acumuladas, prejudicam o funcionamento dos órgãos e, com isso, desequilibram o metabolismo – o que faz sua dieta emperrar. Só que para facilitar a ação desintoxicante da pectina, é importante beber mais água, no mínimo 2 litros por dia.

Modo de usar

O consumo da farinha tem de ser diário: uma vez ou outra não é suficiente para surtir efeito. Por isso, varie o modo de acrescentá-la no cardápio. Pode ser no suco, no iogurte, na salada, na sopa. O ideal, porém, é consumir uma colher de sopa (10 gramas, 47 calorias) antes das três principais refeições. Mas a nutricionista Anita Sacks, da Universidade Federal de São Paulo, avisa: “Não adianta usar a farinha de maracujá e abusar da gordura e do açúcar”. Portanto, aproveite para cortar alguns excessos à mesa e faça algum tipo de atividade física (vale até uma caminhada de 30 minutos pelo bairro dia sim, dia não). Vai experimentar? Conte para a gente o resultado!

Faça em casa

Existem várias opções de farinha da casca do maracujá feitas por laboratórios farmacêuticos, à venda em farmácias e lojas de produtos naturais. Não compre o produto em saquinhos sem identificação, barracas de rua ou feiras livres. Se preferir, pode preparar a farinha em casa. Use, de preferência, maracujá orgânico – sem agrotóxico. Veja como fazer.

• Lave e mergulhe seis maracujás por 20 minutos numa mistura de água com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa por litro) ou vinagre. Volte a passá-los em água corrente.

• Corte-os ao meio, retire a polpa e guarde para fazer suco.

• Corte a casca em tirinhas, ponha numa assadeira e asse em forno médio por cerca de 30 minutos ou até que fiquem sequinhas. Espere esfriar.

• Bata no liquidificador (ou passe no processador) até obter uma farinha.

• Passe pela peneira e guarde num recipiente limpo e tampado.

Nutrientes extras

A farinha de maracujá é fonte de várias vitaminas e minerais.

• Niacina (vitamina B3): atua na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago.

• Ferro: previne anemia e aumenta o pique.

• Cálcio: favorece a contração muscular, fortalece ossos e dentes.

• Fósforo: também deixa os ossos fortes, além de melhorar a memória, a oxigenação das células e a circulação.

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Pesquisa personalizada
 

http://www.saudenarede.com.br/?p=av&id=Farinha_da_Casca_do_Maracuja_e_Diabetes
http://como-emagrecer.com/farinha-de-maracuja.html
http://www.moneynarede.com/natu/fibra_de_maracuja.htm
http://saude.abril.com.br/edicoes/0272/nutricao/conteudo_127583.shtml
http://navegandocomoalvaromichkim.blogspot.com/2006/08/sobre-farinha-do-maracuj.html
http://www.geocities.com/atine50/frutas/maracuja.htm
http://aminhadieta.blogs.sapo.pt/arquivo/1029175.html
http://boaforma.abril.com.br/edicoes/241/fechado/Dieta/conteudo_629.shtml
http://www.hortibrasil.org.br/classificacao/maracuja/maracuja.html

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Dúvidas, sugestões ou interesses comuns, escreva-me.

Criado em 2001. Atualizado em 2008.